o que construímos com a cidade

Construímos um mandato popular. Temos compromisso com as necessidades urgentes da população. Por isso, nossa construção está em permanente diálogo com os movimentos populares. Estamos juntas com as lutas por moradia digna e mobilidade urbana, na defesa das mulheres, de negras e negros, dos povos indígenas, das juventudes, das pessoas LGBTIQ, da população em situação de rua, dos trabalhadores e das trabalhadoras ambulantes, pela cultura da cidade, por uma escola que educa e por segurança cidadã.

Relembre o que construímos juntas ao longo de dois anos de mandato na Câmara Municipal de Belo Horizonte. 🙂

Direito à Cultura & Educação

  • A recriação da Secretaria Municipal de Cultura;
  • A liminar que impediu o monopólio da AmBev no carnaval de BH;
  • O pagamento da dívida de R$ 1,5 milhão do Fundo Municipal de Cultura para os projetos aprovados em 2015;
  • A manutenção do veto à lei de obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas;
  • A oposição aos projetos de lei que cerceiam o ensino de conteúdos sobre gênero e orientação sexual e a liberdade de cátedra das professoras e professores;
  • O apoio aos artistas vítimas de censura em Belo Horizonte;
  • A luta ao lado das professoras da Educação Infantil pela equiparação da carreira;
  • A intervenção, junto à Prefeitura, para a reconstrução da Casa da Árvore, ponto de cultura destruído após incêndio.

Direitos Humanos

  • A luta contra o abrigamento compulsório de bebês;
  • O processo de reordenação das políticas para a população em situação de rua;
  • A discussão pela criação do Conselho Municipal LGBTIQ;
  • O diálogo com as forças policiais sobre o licenciamento de eventos culturais em BH;
  • O enfrentamento à PEC 181, que põe em risco a possibilidade de aborto nos casos já permitidos em lei;
  • Apoio à ADPF 442, que prevê que as mulheres que realizaram aborto nas primeiras 12 semanas de gravidez não sejam consideradas criminosa;
  • Acolhida e encaminhamento de denúncias sobre violência policial no carnaval;
  • A realização de estudo sobre o genocídio da juventude negra e pobre de BH e recomendação  de ações para o enfrentamento do mesmo.

Direito à cidade

  • O compromisso da prefeitura com a urbanização das ocupações da Izidora;
  • O registro de moradores e moradoras das ocupações da Izidora no SUS;
  • A luta pela dignidade das trabalhadoras e dos trabalhadores na rua;
  • A derrubada do veto que suspendia a extensão do horário do metrô;
  • A suspensão da tramitação do projeto de cisão da empresa PBH Ativos na luta contra o modelo de cidade-empresa;
  • A permanência das famílias da Vila Cemig, ameaçadas por um despejo administrativo;
  • O apoio e a participação nas negociações pela regularização das ocupações urbanas Carolina Maria de Jesus e Vicentão, no centro de BH;
  • A luta contra a perda de direitos das servidoras e servidores municipais;
  • A criação e composição da Comissão Especial de Estudo sobre a Auditoria do Transporte Coletivo (que foi cancelada unilateralmente);
  • O diálogo com a Prefeitura ao lado das moradoras e moradores da Izidora para o reconhecimento deste e outros territórios como áreas de interesse social (AEIS);
  • O diálogo permanente com trabalhadoras e trabalhadores nas ruas que têm o seu direito ao trabalho ameaçado;
  • A fiscalização das diretrizes de proteção do conjunto urbano do bairro Santa Tereza, a fim de garantir que as mesmas não sejam burladas.

e ainda:

  • A suspensão de multas e a devolução do artesanato indígena apreendido durante a gestão do ex-prefeito Márcio Lacerda;
  • A criação da Bancada de Mulheres na Câmara Municipal;
  • O arquivamento de projetos nocivos da gestão do ex-prefeito Márcio Lacerda;
  • A efetividade da Comissão de Participação Popular na Câmara Municipal;
  • O reconhecimento e apoio financeiro a 19 iniciativas culturais e sociais de várias regiões de Belo Horizonte.