Queremos a política cultura viva em BH

BH pulsa tradição e inventividade através da expressão cultural de seus diferentes territórios – periferias, favelas, quebradas e quilombos – e precisa de uma política pública específica que esteja à altura dessa riqueza cultural. O Projeto de Lei 816/2019, que institui a Política Municipal Cultura Viva, vem reconhecer e fomentar a ação de sujeitos, coletivos e grupos que desenvolvem iniciativas culturais potentes em suas comunidades e articular redes para colocar a cultura em diálogo com as demais políticas sociais da cidade.

Como Apoiar

Quer acompanhar esse processo e contar pra geral que você também apoia a Política Municipal Cultura Viva de BH? Deixe aqui seu contato para receber informações e ser parte da ação.

A Cultura viva

Ela está nas periferias, nas favelas, nas margens da cidade, nos territórios tradicionais, nos espaços de arte. O conceito “Cultura Viva” surge com a experiência brasileira dos Pontos de Cultura, a partir de uma política pública implementada durante a gestão de Gilberto Gil no extinto Ministério da Cultura, para nomear práticas e saberes produzidos nas bordas. Diz, prioritariamente, da cultura de base comunitária, dos povos, grupos e comunidades com reduzido acesso aos meios de criação, produção, registro, fruição e difusão cultural. São exemplos as rádios ou tevês comunitárias, jornais de bairro, grupos artísticos, carnaval, coletivos juvenis, grupos culturais que trabalham com saberes tradicionais, alternativas econômicas solidárias e colaborativas. A Política Cultura Viva já é bem-sucedida em diversos municípios e estados brasileiros, em 17 países da América Latina e inspirou até o papa Francisco.

Quer saber mais? Conheça nossa proposta pra cidade

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#Eu Apoio a Lei Cultura Viva

Gestoras e produtoras culturais, pesquisadoras, historiadoras, ativistas e fazedoras de cultura de todo país apoiam a lei Cultura Viva em BH

Como Apoiar

Gabinetona é uma experiência de ocupação cidadanista da política institucional. Representada pelas vereadoras Bella Gonçalves e Cida Falabella, pela deputada estadual Andréia de Jesus e pela deputada federal Áurea Carolina, trata-se de um projeto sem precedentes na política brasileira que reúne quatro mandatos parlamentares em um mandato coletivo com ações, estratégias e equipe compartilhados. Ao todo, são mais de 90 ativistas, trabalhadoras e pesquisadoras em estreito diálogo e cooperação com cidadãs e movimentos, e em sintonia com as lutas populares.